O minério tem profundidade e perigo. O que você tira do chão é a base de todo o resto.
Um mundo nascido da mistura do que eu mais amo: sistemas de RPG, construção, uma pitada de fantasia medieval e histórias que dá pra viver de verdade. O TotalAdventure é a minha visão de um servidor que eu sempre quis jogar, mesmo antes de saber que ele existia — de um jogador pra vários outros com a mesma vontade. Hoje ainda é um projeto em construção; a esperança é que, um dia, chame a atenção de tanta gente quanto chama a minha.
Um projeto em desenvolvimento, com servidor fechado para testes e melhorias. A ideia é melhorar o que já existe para criar o que ainda não existe: progressão, risco e economia local que exigem exploração, estratégia e recursos.
Fragmentos reais, tirados de dentro do próprio servidor — não são renders, é o TotalAdventure existindo, um entardecer de cada vez.
“Antes, o mundo era inteiro. Hoje, cada pedaço jura que é o mundo todo.”
Você não é necessário. Você é possível.
Houve um tempo em que a terra era uma só, e nenhum reino sabia fazer tudo: o ferreiro precisava do pastor, o pastor precisava do marinheiro. Então veio a Ruptura. O mundo rachou, os reinos subiram ao céu como ilhas, e cada um levou consigo só o próprio ofício. Lá embaixo ficou o Abismo — e ele ainda respira.
Você acorda nas encostas de Bigorna, a ilha que guardou a Forja, com pó de pedra nas mãos e nenhuma lembrança clara de antes. Não é o primeiro. Não vai ser o último. Em Forjavale isso tem nome: você é um Desperto.
Aqui ninguém está esperando por você. A vila acende as fornalhas com ou sem você, os mortos levantam no cemitério com ou sem você, o trigo cresce do mesmo jeito. E é exatamente por isso que o que você escolhe fazer importa.
Não existe comando pra chegar mais rápido, nem atalho pra ficar mais forte. A distância é real, o risco é real, e o seu nome só cresce na memória da vila pelo que você de fato fez.
Montanhas de neve, lagos parados, vilas cada uma com o seu ofício — e cavernas que só abrem com bilhete.
Ninguém te entrega classe nem destino. A ilha ensina fazendo — e cada passo é um lugar até onde você precisa ir a pé.
Tudo o que você faz acaba escrito no Livro dos Nomes, guardado pelo Escrivão de Forjavale.
Você acorda nas encostas sem lembrança. Elderon recebe quem chega — todo mundo chega sem nada.
Bronn, Garrik, Lyra, Kael: a vila te ensina a minerar, a forjar, a descansar e a ter chão próprio.
Três bilhetes, a Pedreira Antiga e o primeiro minério que vale alguma coisa.
Contratos de caça, zonas mais perigosas a cada passo e um nome que cresce na Companhia.
Licença, fogueira e um acampamento seu longe da vila — comida, baú e um lugar pra acordar quando cair.
No fundo das cavernas, três guardiões decidem quem segue adiante.
O minério tem profundidade e perigo. O que você tira do chão é a base de todo o resto.
Equipamento se fabrica, não se looteia. Cada peça custa material, tempo e uma decisão.
O risco é real. Sair despreparado tem um preço que você consegue medir.
Preços locais, escassez real. A riqueza se constrói entre jogadores, não é distribuída.
O TotalAdventure inteiro é construído em cima de plugins próprios. Cada mecânica que importa (mineração, forja, combate, economia) nasceu de código escrito à mão pra esse mundo específico. O servidor roda no Minecraft puro, sem mods: qualquer cliente Java entra. O mapa, os itens, os diálogos dos NPCs, cada regra do jogo passa por um plugin antes de existir. Programar não é um detalhe técnico nessa trajetória: é o que sustenta o mundo inteiro.
Os plugins abaixo foram escritos só pra esse servidor e não dá pra baixar — só o FourPay tem licença pública. Tem mais rodando do que a lista mostra; os detalhes chegam conforme forem organizados.
Mineração com profundidade, raridade e risco.
Progressão de mineração com profundidade, raridade e recompensa proporcional ao risco. O minério deixa de ser um bloco e passa a ser a base da economia.
Bancos e economia real entre jogadores.
Bancos, guarda de valores e circulação real de moeda entre jogadores. A riqueza fica registrada, rende e pode ser perdida.
Cavernas geradas na hora, a cada descida.
Geração procedural de cavernas: cada descida encontra um mapa diferente, com salas, veios e perigos gerados na hora.
Acampar e progredir longe da base.
Acampamento longe da base: fogueira, descanso e progressão em campo, para expedições que duram mais de um dia de jogo.
Loja completa dentro do jogo, com licença pública.
Loja completa dentro do jogo com categorias, carrinho, cupons e entrega automática. O único plugin com licença comercial.
Ler a licença →Monstros que pensam, chefes com sala e ranking.
Todo monstro roda uma IA própria: só persegue o que enxerga, cerca em grupo, foge pra se curar e bate com tipos de dano que desgastam a armadura de jeitos diferentes. Chefes moram em salas que se fecham, invocados por chave, com fases por vida, ranking de dano e recompensa por colocação. Por cima disso: campeões, mini-chefes, a Lua de Sangue e um bestiário que recompensa quem se especializa numa caça.
NPCs com diálogo, missões e reputação.
NPCs que conversam em árvore de diálogo, dão missões (únicas, diárias e de caça), vendem, compram e trocam, e lembram de você: cada facção tem reputação por níveis, que melhora seu preço de venda e libera recompensas a cada marco. É o plugin que dá voz ao mundo.
Regiões, terrenos e entradas com cupom.
Define o que cada pedaço do mapa é: regiões com regras próprias, descoberta de lugares, entradas que pedem cupom, terrenos com dono, preço e taxa. Os outros plugins se apoiam nele — é o que sela a sala de um chefe ou marca onde os monstros nascem.
Skills e níveis que crescem com o uso.
Você sobe de nível no que faz: mineração, forja, caça, conserto e lenhador, cada uma com a própria XP e recompensas por marco. Não tem nível genérico de personagem — cada habilidade é treinada fazendo.
Rotas de viagem entre as vilas.
Viagem rápida contada como rota, não como teleporte solto: você fala com o NPC da rota, paga a passagem e segue pro destino. As rotas se montam por configuração e os NPCs aparecem sozinhos no mundo.
O servidor conversando com o Discord.
Ponte própria entre o jogo e o Discord: chat nos dois sentidos, contas vinculadas e anúncios automáticos do que acontece no mundo — chefe que desperta, ranking de quem derrubou e a Lua de Sangue subindo.
Craft feito à mão, numa bancada viva.
Sem tela e sem combustível: você põe os materiais na bancada, ela diz o que se forma, e você trabalha com a ferramenta certa até a peça sair. A ferramenta gasta e quem vende é a Edda, a Artífice; as melhores receitas se aprendem em pergaminhos que só os chefes soltam; e a skill Artífice deixa cada trabalho mais rápido.
Espaço de inventário que se conquista.
As linhas do seu próprio inventário começam trancadas e se abrem conforme você sobe de nível nas suas habilidades: Mineração, Forja e Caça. O espaço trancado mostra o que pede, e abre com efeito na hora em que você chega no nível.
A tela do jogo, organizada.
Tudo que aparece na tela passa por ele: um aviso por vez na barra de ação, por prioridade; barras de XP e de durabilidade no topo; diálogo dos NPCs no ritmo certo, sem atropelar o chat; a Jornada, árvore de conquistas própria na tela de Progressos; e o /preferencias, pra cada jogador escolher o que vê.
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Tutoriais em vídeo e imagem, as mecânicas de cada sistema, dicas e curiosidades.
Abrir a wiki completa → Ver o mapa ao vivo ↗O TotalAdventure abre com qualquer Minecraft Java. O 4C Launcher é o caminho opcional: vai trazer um pack com shaders e texturas extras pra quem quiser a experiência completa, além dos outros mundos da rede.
Conhecer o launcher →